A carregar...
Imaginação ativa e imaginação dirigida na clínica junguiana
A imaginação ativa foi a técnica mais usada por Jung no acesso aos seus conteúdos inconscientes e a imaginação dirigida surgiu na mesma época, desenvolvida com base nos constructos junguianos. Porém, dada a escassez de publicações recentes a respeito, fez-se necessária esta pesquisa, que teve como o...
Na minha lista:
| Main Authors: | , |
|---|---|
| Formato: | Dissertation |
| Idioma: | Portuguese |
| Publicado em: |
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
2017
|
| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | https://tede2.pucsp.br/handle/handle/19713 |
| Tags: |
Adicionar Tag
Sem tags, seja o primeiro a adicionar uma tag!
|
| Resumo: | A imaginação ativa foi a técnica mais usada por Jung no acesso aos seus conteúdos inconscientes e a imaginação dirigida surgiu na mesma época, desenvolvida com base nos constructos junguianos. Porém, dada a escassez de publicações recentes a respeito, fez-se necessária esta pesquisa, que teve como objetivo a busca por autores e produções que descrevessem técnicas, métodos ou maneiras de trabalho com imaginação ativa ou imaginação dirigida em psicoterapia junguiana. Foi escolhido o método da revisão sistemática e dois levantamentos foram realizados, para imaginação ativa e imaginação dirigida: um voltado para a literatura clássica, que ajudou a construir metodologia e técnica existentes hoje; e outro voltado para a literatura recente, representativa das publicações mais atuais. O levantamento da literatura clássica iniciou-se com as obras completas de Jung, seguindo ao longo do tempo até que as publicações se tornassem mais escassas. O levantamento da literatura recente foi realizado nas principais bases de busca acadêmica considerando os últimos dez anos. Para a imaginação ativa foram encontrados 15 autores clássicos e 23 publicações; 10 autores recentes e 11 publicações.
A literatura clássica é concentrada nas descrições, metodologias e estudos de caso da técnica. A literatura recente apresenta alguns temas recorrentes: teoria, análise de obras artísticas, contratransferência, luto e supervisão. Para imaginação dirigida foram encontrados 7 autores clássicos e 8 obras. A literatura clássica inicia-se no ambiente clínico, mas logo se expande para o hospitalar e a psicossomática, que comprovaram cientificamente sua eficácia. A literatura recente foge ao contexto clínico, sendo considerados apenas dois estudos. Conclui-se que há escassas publicações a respeito das técnicas de imaginação em psicoterapia, podendo ser indicativo de que elas não estão sendo utilizadas em prática clínica ou que precisem de pesquisas atuais que orientem sua aplicação |
|---|